ESPAÇO BITCOIN: A SUA FONTE DE INFORMAÇÃO SOBRE MINERAÇÃO DE BITCOINS

Como Minerar Bitcoin na Nuvem

ATENÇÃO: artigo atualizado no dia 11/05/2018.

Como pode-se observar no estudo de caso, atualmente não é mais vantajoso minerar bitcoins na Hashflare, pois o lucro mensal está na faixa de apenas 5%, tanto para o algoritmo SHA quanto Scrypt. Como o contrato é de 1 ano, pelos ganhos atuais não é possível recuperar nem mesmo o valor inicialmente investido. Isso ocorreu devido ao aumento substancial da potência da rede Blockchain nos últimos meses e porque o valor do Bitcoin não acompanhou essa alta, o que teve como consequência o incremento da complexidade da mineração e a redução dos ganhos diários.  Como exemplo, a taxa de manutenção para o algoritmo SHA em 04/12/17 era de apenas 17%, sendo que no momento essa mesma taxa é de 70%. 

Por esse link (https://bitcoinwisdom.com/bitcoin/difficulty) é possível acompanhar o aumento da potência na rede Blockchain. Em 06/12/2017, a potência total era de 11,388,083,790 GH/s; sendo que em 11/05/2018 é de 29,663,037,546 GH/s, um aumento de mais de 160% para o período.

Minerar bitcoins na nuvem foi vantajoso no passado (em dezembro/17 o lucro médio mensal para o SHA era de 33%). Pode ser que futuramente volte a ser um bom negócio, mas no momento não é algo lucrativo. 

 Neste artigo vamos explicar o que é e detalhar como investir na mineração de Bitcoins (BTC), assunto que ainda gera muitas dúvidas nas pessoas.  Eu mesmo tive muita dificuldade em encontrar materiais na internet que explicassem isso de forma clara e prática quando entrei nesse mundo. Esse é o nosso objetivo neste artigo.

O que é mineração?

Como a rede Blockchain (banco de dados da tecnologia Bitcoin) é pública e descentralizada, isto é, não pertence a nenhum país, organização ou entidade e funciona como um livro de registros e validação de forma distribuída, qualquer pessoa pode participar da mineração.

Blockchain: rede descentralizada

Resumidamente, minerar Bitcoins nada mais é do que alocar a potência de um determinado equipamento à rede Blockchain, com o objetivo de processar os blocos que contém as transações feitas entre os usuários (envio e recebimento de moedas) e assim dar suporte a toda a estrutura que mantém essa tecnologia em funcionamento. Como recompensa por esse esforço, uma certa quantidade de Bitcoins é enviada ao proprietário do equipamento.

Assista o vídeo abaixo para uma melhor compreensão. 

https://www.youtube.com/watch?v=P19zWomAl-w&t=44s

 Como a mineração é realizada?  

A mineração de Bitcoins é feita através da execução de um aplicativo chamado BitcoinCore, um software de código aberto, atualizado constantemente e que pode ser baixado nesse  link: https://bitcoin.org/pt_BR/download. A partir de sua execução, o programa realiza o download completo do Blockchain (banco de dados) e passa a usar o poder do processamento local para validar as transações da rede, sendo enxergado como um nó na estrutura global. 

Ok, quero minerar agora, como faço?

Calma! Chegaremos nessa questão logo mais adiante! Desde o surgimento da tecnologia Bitcoin (2009), o seu idealizador, Satoshi Nakamoto, estipulou que o total de moedas criadas ao longo dos anos seria de 21 milhões. Para atingir esse objetivo, o software BitcoinCore ajusta diariamente a complexidade (dificuldade) da mineração, de modo que 1 bloco sempre seja processado a cada 10 minutos, não importando a potência total da rede. Ou seja, o grau de dificuldade para se minerar Bitcoins aumenta com o tempo, exigindo cada vez mais processamento.

Nos primeiros anos da tecnologia Bitcoin (entre 2009 até 2013), era possível usar computadores comuns para realizar esse serviço. Porém nos últimos anos (de 2014 em diante), a complexidade aumentou de uma tal maneira que hoje somente máquinas específicas, chamadas ASICS (Application-Specific Integrated Circuit, em português Circuito Integrado de Aplicação Específica), conseguem realizar esse serviço.

AntMiner S9, com potência de 13TH/s, custa aproximadamente R$10.000,00

O problema é que além de serem caríssimas e ficarem obsoletas ao longo do tempo, esses equipamentos gastam muita energia, o que acaba inviabilizando a mineração “caseira”.

A SOLUÇÃO: MINERAÇÂO NA NUVEM

Para contornar esse problema, empresas focadas em mineração na nuvem começaram a surgir no mercado, entre 2014 e 2015. Essas empresas possuem data centers instalados em países onde o custo da energia elétrica é baixo e vendem ao usuário a potência de seus equipamentos de mineração, compostos por máquinas dedicadas (ASICS) de última geração.

A mineração na nuvem funciona da seguinte forma: o usuário compra uma determinada quantidade de potência e durante a vigência do contrato, recebe DIARIAMENTE uma quantia bruta de Bitcoins, que varia de acordo com a potência adquirida. Desse valor bruto, é descontada uma pequena taxa de manutenção, equivalente aos gastos com seguro, energia, água e pessoal. No decorrer do tempo, o usuário tem a opção de transferir os seus Bitcoins acumulados para uma exchange, exemplo Mercado Bitcoin, e transformá-los em reais.

A grande vantagem desse serviço é que o usuário não precisa se preocupar com instalação, configuração e substituição desses equipamentos, já que tudo isso é responsabilidade da empresa mineradora!

Data center: mineração de Bitcoins na nuvem

Galpão utilizado para mineração na nuvem

As duas empresas mais confiáveis e conhecidas de mineração na nuvem que temos hoje (dezembro/2017) são a HASHFLARE e a Genesis Mining. Usaremos a Hashflare para o nosso estudo de caso!

MINERANDO BITCOINS NA HASHFLARE

A Hashflare foi inaugurada em março de 2014 e o seu data center fica localizado na Estônia. Ela pertence à Hashcoins, uma fabricante mundialmente conhecida de equipamentos de mineração. São oferecidos 2 planos para minerar Bitcoins, ambos com contrato de 1 ano: o SHA e o Scrypt. As diferenças entre eles eu explico logo abaixo.

Hashflare: mineradora de Bitcoins na nuvem 

Planos de mineração na nuvem da Hashflare

Equipe Hashflare

Diferenças entre os algoritmos SHA e SCRYPT

Em comum ambos os planos pagam diariamente em Bitcoins e possuem contrato de 1 ano. Porém existem diferenças quanto ao processamento e rendimento diário.

SHA

Esse algoritmo é utilizado em máquinas ASICS que mineram diretamente Bitcoins. A sua unidade é definida em GH/s (GigaHash por segundo) e a potência mínima que pode ser adquirida é de 10GH/s, ao custo de $0.80. Você pode comprar quanta potência desejar. Como exemplo, 1TH (TeraHash, que é o mesmo que 1000 GH) custa $80 dólares.

A complexidade de se minerar bitcoins é ajustada a cada 2016 blocos processados (em média a cada 15 dias) e varia de acordo com o Hashate (potência) total da rede, pois conforme explicado anteriormente, 1 bloco sempre deve ser minerado a cada 10 minutos. Dessa forma, quanto maior o poder computacional, maior será a dificuldade de mineração e consequentemente menor será o rendimento em bitcoins. Se o poder computacional da rede diminui, a complexidade será menor e o rendimento em bitcoins irá aumentar. Isso é feito com o objetivo de manter o processamento do bloco em 10 minutos. A complexidade da mineração do BTC e o histórico de ajustes no nível de dificuldade podem ser visualizadas no link https://bitcoinwisdom.com/bitcoin/difficulty ou na própria blockchain https://blockchain.info/pt/charts/difficulty?timespan=all. A potência atual da rede pode ser visualizada aqui https://blockchain.info/pt/charts/hash-rate.

 Rendimento*: como podemos ver abaixo, atualmente o rendimento diário BRUTO de 1TH/s é em média 0.000058 BTCs. Desse total, é descontada uma taxa de manutenção de $0.0035 para cada 10GH/s / 24h, o equivalente a 70%. Assim, o rendimento líquido ao dia de 1TH/s é de 0.0000174 btcs, o que na cotação atual** da moeda corresponde a $0.14/dia.

Rendimento de 1 TH/s no algoritmo SHA

Scrypt

Esse algoritmo é utilizado em máquinas ASICS que mineram Litecoins, uma outra criptomoeda que é um fork (foi derivada) do Bitcoin. A sua unidade é definida em MH/s (MegaHash por segundo) e a potência mínima que pode ser adquirida é de 1MH/s, ao custo de $1.80. Você pode comprar quanta potência desejar. Como exemplo, 10MH/s custam $18 dólares.

No final do dia, a própria Hashflare converte os Litecoins minerados por Bitcoins, usando como parâmetro a cotação das duas moedas, e paga o usuário em Bitcoins. Diferente do Bitcoin, onde 1 bloco deve ser minerado sempre a cada 10 minutos, 1 bloco do litecoin é minerado a cada 2.5 minutos. A cada 2016 blocos processados (em média 4 dias) ocorre o ajuste no nível de dificuldade da mineração. Se a potência da rede sobe, o nível de dificuldade é incrementado; caso a potência da rede caia, o nível de dificuldade é decrementado. Isso é feito com o objetivo de manter o processamento do bloco em 2.5 minutos. Dessa forma, o rendimento do Scrypt é afetado diretamente pelo nível de dificuldade da mineração e pela cotação do Litecoin. Na data da atualização desse artigo, 1 Litcoin vale $138. A complexidade da mineração do Litecoin pode ser visualizada no seguinte link: https://www.coinwarz.com/difficulty-charts/litecoin-difficulty-chart

Rendimento*: como podemos ver abaixo, atualmente o rendimento diário BRUTO de 1MH/s é em média 0.00000081 BTCs. Desse total, é descontada uma taxa de manutenção de $0.005 para cada MH/s / 24h, o equivalente a 58%. Assim, o rendimento LÍQUIDO de 1MH/s é de 0.00000034 btcs, o que na cotação atual** da moeda corresponde a $0,0028/dia.

 

Rendimento de 1 MH/s no algoritmo Scrypt 

ESTUDO DE CASO: INVESTIMENTO NA HASHFLARE

Tenho atualmente uma potência de 10.44TH/s em SHA e 50MH/s em Scrypt.

Na cotação atual** do Bitcoin recebo LÍQUIDO uma média de $1.68/dia e de $50,62/mês, ou seja, um lucro médio de apenas 5,47% ao mês. Como o contrato com a Hashflare é válido por 1 ano, com o valor atual do bitcoin e a alta potência da rede Blockchain, o que consequentemente fez a complexidade da mineração aumentar e o rendimento cair, não está compensando minerar bitcoins na nuvem (nesse caso na Hashflare) no momento. 

SHA

Conforme imagem abaixo, possuo uma potência total de 10.44TH/s em SHA, equivalente a U$835,20. 

Painel de gerenciamento da Hashflare, mostranto a potência em SHA e a previsão de rendimento.

Com base nesse poder de processamento e no valor atual** do Bitcoin, o site informa a previsão de rendimento BRUTO. Segue os valores: $5,14/dia, $36,01/semana, $154,35/mês, $926,08/semestre e $1.877,89 ao ano.

 

Previsão do rendimento bruto em SHA, com base na potência de 10.44TH/s

Conforme mencionamos anteriormente, para o SHA é descontada uma taxa de manutenção em torno de 70% sobre o Bruto. Na tabela abaixo, visualizamos a projeção do rendimento líquido (já com a taxa de manutenção descontada):  

Projeção feita com o Bitcoin cotado a $8.400,00, referente ao valor do dia 11/05/18

SCRYPT

Já no Scrypt, possuo uma potência de 50MH/s, o equivalente a $90. 

Painel de gerenciamento da Hashflare, mostranto a potência em Scrypt e a previsão de rendimento.

Com base nesse poder de processamento e no valor atual** do Bitcoin, o site informa a previsão de rendimento BRUTO. Segue os valores: $0,34/dia, $2,39/semana, $10,26/mês, $61,58/semestre e $124,88 ao ano.

 

Previsão do rendimento bruto em Scrypt, com base na potência de 50MH/s

Conforme mencionamos anteriormente, para o Scrypt é descontada uma taxa de manutenção em torno de 58% sobre o Bruto. Na tabela abaixo, visualizamos a projeção do rendimento líquido (já com a taxa de manutenção descontada): 

Projeção feita com o Bitcoin cotado a $8.400,00, referente ao valor do dia 11/05/18

Resumo da diferença entre os algoritmos SHA E SCRYPT

Abaixo temos uma tabela com as principais diferenças entre os dois algoritmos.  

Comparação entre os algortimos SHA e Scrypt

Reinvestindo o seu lucro e aumentando exponencialmente os seus ganhos

O mais bacana da Hashflare é que você tem a opção de reinvestir os seus lucros para adquirir mais potência, maximizando os seus ganhos no decorrer do tempo.

Ativando essa opção, é possível optar por reinvestir em SHA ou Scrypt. Sempre que o seu saldo em Bitcoins for igual ou maior que o preço da unidade do algoritmo escolhido, o site automaticamente realiza uma compra.

Opção de reinvestir automaticamente em mais potência.

Histórico de pagamentos

Com base na potência adquirida, o pagamento em Bitcoins é feito diariamente em sua conta, entre às 23:00 e 00:00h (horário de Brasília). É possível acompanhar os valores através da aba histórico->guia Registro no site e verificar o seu saldo total através da tela principal.

 

Histórico dos valores minerados

Sha-256 payout (BTC) e Scrypt payout (BTC) referem-se respectivamente ao total bruto minerado para Sha e Scrypt.

Sha-256 maintenance (BTC) e Scrypt maintenance (BTC) são os valores referentes as taxas de manutenção descontadas para SHA e Scrypt. Balanço (BTC) é o total de Bitcoins acumulado na conta.

BTC Balanço, localizado na tela inicial, mostra o total de Bitcoins acumulado na conta disponível para saque ou reinvestimento.

Quero transformar meus lucros com mineração em dinheiro (reais). Como faço?

Primeiramente você precisa ter uma carteira Bitcoin em uma Exchange Nacional, exemplo Mercado Bitcoin, Foxbit, FlowBTC, Walltime, ou outra de sua preferência. Antes de retirar o saldo acumulado na Hashflare, você precisa cadastrar o endereço dessa carteira no campo “BTC Carteira” no menu Configurações. É para esse endereço que os seus Bitcoins são enviados quando você realiza um saque.

Configurando uma carteira Bitcoin para efetuar um saque.

Após realizar o passo acima, basta clicar no botão “Saque” na tela inicial. Um link de confirmação será enviado para o e-mail cadastrado. Clique nesse link e em poucos minutos os Bitcoins estarão disponíveis na exchange que você escolheu. Agora é só vender os seus Bitcoins e transferir o saldo em reais para o seu banco. 

Para resgatar o total de Bitcoins acumulado, basta clicar no botão “Saque” da tela principal.

Obs: como medida de segurança, se o endereço da sua carteira for alterado, os saques ficarão bloqueados por duas semanas. A retirada mínima é de 0.030 BTC, o equivalente a $252 e é cobrada uma pequena taxa de comissão para cada saque. 

Há riscos? Se sim, Quais?

Como todo investimento, os riscos existem. Os principais são:

  • O Bitcoin ter uma desvalorização muito grande. Como o pagamento é feito nessa moeda, o seu lucro será menor nesse caso;
  • A Hashflare fechar. Isso pode acontecer? Sim. Vai acontecer? Não sabemos. Isso provavelmente ocorrerá se um dia o Bitcoin sofrer uma mega desvalorização, a ponto do total minerado não cobrir a taxa de manutenção.
  • A potência da rede Blockchain subir numa proporção maior que o valor do Bitcoin. Isso fará o rendimento cair e como a vigência do contrato é de 1 ano, não será possível retirar nem mesmo o valor investido.

“Como todo investimento, haja por sua conta e risco!”

Alerta de Scams e Pirâmides

Existem muitos sites falsos na internet que se passam por mineradoras na nuvem e na verdade são scams ou esquemas de pirâmide. Esses sites geralmente prometem lucros diários exorbitantes e na verdade não possuem nenhuma estrutura física. Geralmente chegam a durar apenas alguns meses, pois a partir do momento que a entrada de novas pessoas diminui, o proprietário some com o dinheiro.

Como mencionamos no artigo, as duas empresas de mineração em nuvem mais confiáveis e idôneas hoje são a Genesis Mining e a Hashflare. Elas existem desde 2014 e pagam seus clientes diariamente. O data center da Hashflare fica na Estônia e a Genesis Mining possui data centers em vários países. Pesquise bem antes de investir dinheiro em qualquer outra empresa de mineração, pois há muitos golpes na internet. De qualquer maneira, não podemos generalizar.

Quero começar a minerar Bitcoins na nuvem, como faço?

Agora que você já entende como funciona e quais as vantagens da mineração na nuvem, segue abaixo os passos para você começar a minerar hoje mesmo na Hashflare:

  • Clique aqui e faça o cadastro no site da Hashflare;
  • Após acessar o site, se você já possui uma carteira Bitcoin, clique em configurações e cadastre o seu endereço no campo “BTC Carteira”;
  • Clique no menu “Comprar HashHate”, escolha o algoritmo SHA ou Scrypt, selecione a potência desejada e clique em Seguir.
  • Será disponibilizado um resumo com os dados da compra, como valor e potência escolhida. Clique em “Escolher o modo de pagamento”;
  • A compra pode ser paga com cartão de crédito internacional*** ou transferência de Bitcoins.
  • Após finalizar a compra, a potência adquirida aparecerá no painel principal e nas próximas 24h os Bitcoins minerados começarão a ser liberados diariamente, em torno das 00:00h.

* Como o pagamento é feito em Bitcoins e não em dólar, o seu ganho pode variar para mais ou para menos. Tudo vai depender da cotação no momento em que você sacar os bitcoins para uma Exchange e transformá-los em uma moeda física (real, dólar, euro etc).

** Valor do Bitcoin utilizado como parâmetro: $8.400.00, correspondente ao dia 11/05/18.

***Obs: na primeira compra com cartão de crédito internacional, na 4º e última etapa é preciso informar um código para validar o cartão. Esse código é um número de 4 dígitos informado entre asteriscos na ID referente a transação. Utilizando o cartão Nubank é possível obter esse código normalmente pelo app do celular. Caso não consiga confirmar esse código, a transação ficará pendente em torno de 7 dias e será cancelada, não havendo qualquer cobrança em sua fatura. Uma vez validado, não é necessário digitar novamente esse código para as próximas compras com o cartão de crédito.

Confira abaixo algumas fotos da Hashflare e da Genesis Mining.

View the embedded image gallery online at:
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Autores: Gustavo e Danilo. Artigo atualizado em 11/05/2018. 

Melhores pools (atualizado em 11/05/18): SHA: 100% Antpool. Scrypt: 100% F2Pool.

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